Aprendizagem, Caminhos de sucesso, Comunicação, Educação, Empreendedorismo, Emprego, Imaginação, Líderes, Melhores pessoas, Motivação, Relacionamentos, Sonhos, Talento

O verdadeiro segredo para o seu filho(a) triunfar

Um dia, um jovem Thomas Edison regressou da escola com um envelope que continha uma carta escrita pelo seu professor para entregar à sua mãe. Assim que chegou a casa e encontrou a sua mãe, o jovem Thomas Edison disse:
– “O meu professor deu-me este envelope para entregar apenas a ti.”
A mãe pegou no envelope, retirou a carta e começou a ler o seu conteúdo. De repente os olhos da mãe começaram a encher-se de lágrimas enquanto lia a carta.
O jovem Edison ao ver a mãe naquele estado pergunta-lhe:
– “O que diz a carta mãe?”
A mãe limpou as lágrimas e olhou orgulhosamente para o seu filho e disse:
– “O seu filho é um génio e esta escola é demasiado pequena para ele, não tem professores suficientes para ensiná-lo adequadamente. Por favor, ensine-o você.”

Como sabe, Thomas Edison veio a tornar-se num dos maiores inventores e com o registo de mais de 2000 mil patentes.

Passados alguns anos, já após o falecimento da sua mãe, ele estava a arrumar um antigo armário de família, quando deu de caras com a carta que o seu antigo professor lhe tinha dado para entregar à sua mãe. Ele abriu o envelope e começou a ler a carta. Dizia:
– “O seu filho é mentalmente doente, nós não podemos permitir que ele participe nas nossas aulas, ele está expulso.”
Edison ficou um pouco emocionado ao ler a carta e, mais tarde nessa noite, escreveu no seu diário:
– Thomas Edison foi uma criança mentalmente doente cuja mãe o tornou um génio.”

Neste dia da família, é importante reforçar a importância que os pais têm na vida dos seus filhos, o poder que o amor destes tem sobre eles é inimaginável. Acreditar que o seu filho(a) pode e vai conseguir muito mais na vida, do que ele/ela próprio acredita, é a verdadeira prova de Amor que os pais podem dar aos seus filho(a)s.

Lembre-se: acreditar que se é muda a forma como agimos.

Aprendizagem, Educação, Excelência Pessoal, Motivação, Sonhos

Crianças comprometidas têm….

Gosto particularmente de um estudo realizado no passado recente onde uma investigadora procurou compreender porque algumas crianças progrediam rapidamente nas aulas de música enquanto outras não.

Para isso escolheram aleatoriamente 157 crianças e acompanharam-nas durante vários anos (dos 6/7 anos até ao secundário), registando os seus progressos. Ao analisar os dados obtidos às várias questões do estudo, nada batia certo, não havia uma resposta plausível à questão em estudo.

Entretanto a investigadora voltou a rever o estudo e reparou que foi perguntado às crianças por quanto tempo tencionavam tocar e agrupou as respostas em 3 categorias: compromisso de curto, médio e longo prazo. Depois ordenou as crianças pelo tempo de treino semanal: pouco (20 minutos), médio (45 minutos) e muito (90 minuto).

Ao confrontar os dados viu que o progresso era determinado por uma minúscula e poderosa ideia que a criança tinha captado antes de iniciar as aulas – o sonho de ser tornarem músicos. Crianças com um compromisso de longo prazo tinham melhores resultados mesmo que o tempo de treino fosse curto, quando comparado com crianças com muito tempo de treino e um compromisso de curto prazo.

Quando falo com os pais que têm os seus filho(a)s a praticar alguma modalidade desportiva, por mais pequenos que sejam, sabendo que nessas idades o mais importante é o prazer pela prática, sugiro que ensinem os seus filho(a)s a definirem uma meta que queiram alcançar com o seu esforço e dedicação. Mesmo sendo diversão, deve sempre existir um objetivo que ele/ela queira concretizar. Assim estaremos a trabalhar o compromisso dele(a) e a ensinar que quando nos comprometemos com algo é para levar até ao fim.

Se tiver alguma dúvida, coloque a sua questão AQUI.
Até breve!

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1 das razões pela qual não te sentes bem no teu atual emprego

Podemos não ter consciência mas passamos 1/3 da nossa vida adulta a trabalhar e, muitas vezes, não nos sentimos satisfeitos ou realizados com o mesmo. Dado ser uma temática importante, muitos estudos têm sido realizados para compreender como podemos sentir maior ligação ao nosso trabalho. Uma vez li que, em todo o mundo, só 13% dos adultos se consideravam “emocionalmente envolvidos” no emprego. Isto queria dizer que, poucas eram as pessoas que ganhavam a vida a fazer aquilo que gostavam.

Hoje sabemos que as pessoas têm um melhor desempenho no emprego quando o que fazem lhes interessa. Por exemplo, investigadores chegaram à conclusão que os estudantes universitários cujos interesses pessoais se harmonizavam com os cursos escolhidos obtinham notas mais elevadas e estavam menos inclinados a desistir.

Um ponto fundamental relativamente ao trabalho é a ligação dos nossos interesses pessoais ao que iremos desempenhar, seja numa organização, seja num projeto pessoal.

Neste ponto, a Motivação é crucial.

Identificar a sua paixão e/ou ajudar o seu filho(a) a encontrar e a desenvolvê-la, contribuirá para adoçar o caminho que cada um fará na sua vida e, principalmente, o empenho com que o fará. Ligar a Motivação (motivo para a ação) ao que queremos construir profissionalmente, é a porta de entrada para ser bem sucedido no seu emprego/negócio e mais feliz na sua vida.

Sugestão para hoje:
Identificar os seus interesses pessoais, o que gosta de fazer, o que lhe dizem que tem jeito, os seus passatempos e contraste com a sua atividade profissional. Quanto maior for a diferença, muito provavelmente, maiores serão os níveis de tristeza e desinteresse existentes.

Por vezes, muitas das atividades que parecem ser desinteressantes, depois de experimentarmos, acabamos por identificar muitos aspetos com os quais nos sentimos atraídos, desenvolvendo uma grande paixão e vontade em continuar a trabalhar nesse contexto. Isso acontece porque fazemos uma coisa muito simples que é: EXPERIMENTAR.
Procure aproximar as suas paixões da sua atividade profissional e, garantidamente, será mais feliz!

Acredite mais em si.
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3 Passos para manter o sonho do seu filho(a) vivo

Quantas vezes já observou no seu filho(a) a satisfação e a felicidade por ter um sonho muito claro e entusiasmante do que quer vir a ser no futuro e, passado algum tempo, a motivação por concretizá-lo começar a desvanecer?
Saber o que quero vir a alcançar no futuro, seja ser empresário, médico ou carpinteiro, pode não ser o suficiente para guiar o seu filho(a), ao longo do seu percurso escolar. Pode ser necessário algo mais e que os investigadores têm demonstrado como primordial para que ele(a) consiga ser bem sucedido(a).

Vamos imaginar que o seu filho(a) está no 9ºano de escolaridade e tem o sonho deser Gestor de uma grande empresa no ramo têxtil. O sonho dele(a) está claro:

Ser Gestor numa empresa do ramo têxtil

Se ele está no 9ºano e tudo correr pelo melhor, esse sonho poder-se-á realizar no ano de 2028, por exemplo. Assim transformamos o sonho numa Meta de longo prazo.
Como ainda está a uma distância considerável para ser concretizado, a curto prazo ele(a) sentir-se-á motivado(a), mas a longo prazo poderá existir desilusão por não ter conseguido lidar com os obstáculos que lhe foram aparecendo na vida.

A minha sugestão é aplicar os 3 passos seguintes:
1. Qual é o teu objetivo para este ano de 2020 e que esteja alinhado com o teu sonho?
Por exemplo: se está no 9ºano, um objetivo para este ano poderia ser – alcançar uma média final de 4,5 valores.

2. Criar uma sequência de 3 objetivos consecutivos e bem definidos pois a nossa mente “precisa” de “ver” o que vai acontecer depois de alcançar o próximo objetivo. Um exemplo disso podia ser:
Objetivo 1: alcançar uma média final no 10ºano de 16 valores;
Objetivo 2: alcançar uma média final no 11ºano de 17 valores;
Objetivo 3: alcançar uma média final no 12ºano de 18 valores;

3. Para cada objetivo, detalhar todas as ações que ele(a) acredita que será necessário fazer para alcançar o seu próximo objetivo. Por exemplo:
Objetivo: alcançar uma média final no 10ºano de 16 valores.
Ações: a) estudar; b) rever a matéria diariamente; 3) tirar dúvidas com o professor; 4) Fazer apontamentos todo o fim de semana; 5) etc.

Depois é só mesmo detalhar cada uma destas ações respondendo às seguintes perguntas: O que vais fazer concretamente? Quando vais fazer e/ou durante quanto tempo? Quem vai fazer? Onde vais fazer? Como vais fazê-lo?

Assim estamos a garantir que o seu filho(a) estará motivado para alcançar o seu sonho e comprometido com o trabalho que terá de fazer.

Este é o método que costumo utilizar nas minhas sessões de student coaching e que tem permitido a centenas de jovens alcançarem os seus objetivos escolares rumo aos sonhos que têm para si.

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A forma como os Pais pensam sobre os filho(a)s influencia o desempenho dele(a)s

A forma como cada um de nós pensa sobre si mesmo, influencia a forma como cada um age e, consequentemente, os resultados que obtém. Do mesmo modo, a forma como os Pais pensam (e comunicam isso) sobre os filho(a)s, influencia a forma como eles se irão comportar.

Para compreender este impacto na vida dos mais novos, deixe-me partilhar consigo um estudo realizado no Japão, com vários estudantes, a quem lhes tinham sido vendados os olhos. A cada estudante foi-lhes pedida a mão direita e foi dito que lhes iriam esfregar com uma planta venenosa. No final, todos os estudantes apresentaram sintomas dessa planta venenosa, ou seja, comichão, bolhas e vermelhão. No entanto, os investigadores tinham apenas utilizado uma planta totalmente inofensiva para esfregar na mão direita dos estudantes.

A seguir, os investigadores pediram aos estudantes a sua mão esquerda para esfregar com uma planta inofensiva, que não causaria qualquer sintoma. Na verdade, eles utilizaram mesmo uma planta venenosa que causaria alguns sintomas, no entanto, apenas 2 dos 13 estudantes apresentaram mesmo esses sintomas.

Conclusão 🙂
As expectativas que o nosso cérebro cria podem ser tão reais como aquelas criadas por eventos do mundo real. Portanto, quando diz ao seu filho(a) que ele(a) não vai conseguir passar a Matemática e que vai precisar de ajuda, está a condicionar o próprio desempenho dele(a). Não estou a dizer que a ajuda não seria importante, estou a dizer que ele(a) poderá assumir isso como uma “verdade”, afetando a forma como se irá empenhar nessa disciplina.

Você tem na vida o que cria (na sua mente).
Você cria o que espera que aconteça e isso é extensível ao seu filho(a).

Sugestão.
Acredite que ele(a) é capaz, verbalize isso mesmo e aja de acordo com essa forma de pensar.
Acredite mais em si!