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Uma terceira solução para os conflitos familiares

Há uma frase que gosto muito de um autor chamado Desmond Tutu, e que diz,..”Não levante a sua voz, melhore os seus argumentos”. Considero uma afirmação muito importante quando observamos a relação entre pais e filhos, e o quanto isso pode ser determinante para uma maior harmonia familiar.

Na minha opinião, discutir com o seu filho elevando o tom de voz só levará a uma escalada de argumentos defensivos de ambas as partes, na busca incessante por ter razão, quando deveríamos fazer o que está correto. Primeiro vamos compreender porque elevamos o tom de voz:
1. Para ser escutado;
2. Para mostrar que tem razão;
3. Para se defender das acusações;
4. Alívio emocional.

Ok Nelson, já percebi.
Como diz o autor da frase, devemos melhorar os argumentos que utilizamos, ao invés de “esgrimir” acusações subjetivas, generalistas e revestidas de muita energia negativa que só degrada a relação parental. O que sugere Nelson?

Uma sugestão muito simples e prática para discutir tranquilamente com o seu filho(a) e evitar conflitos é:
1. Falar no “EU” evitando o “TU” (que é o mesmo que apontar o dedo);
Numa situação em que discorda do comportamento do seu filho(a) procure explicar como se sente quando observa esse comportamento e como a incomoda.

2. Permita que o seu filho(a) explique o seu ponto de vista
Ensine-o(a) a falar na primeira pessoa “EU” para que expresse os seus motivos evitando, também, apontar o dedo.

3. Há mais no que vos une do que vos separa
Em qualquer conflito, há algo mais profundo que vos une. Poderão não concordar superficialmente, por exemplo, querer que o seu filho chegue a casa às 20h e ele chegar às 21h. Mas a um nível mais profundo ambos querem estar em casa para jantar e conviver em família.

4. Pergunte como podemos ficar satisfeitos
Se o Pai ou a mãe discorda do comportamento, tome a iniciativa de perguntar ao seu filho(a) como poderíamos chegar a um consenso que fosse bom para ambas as partes. Se já sabemos qual é o ponto que vos separa e o ponto que vos une, como poderíamos juntar as duas partes e formar uma terceira solução? Peço que pergunte ao seu filho(a) para ajudá-lo a refletir e a encontrar uma solução para este conflito e, assim, estará a “treiná-lo” para encontrar soluções proativamente no futuro.

Esta estratégia muito simples e prática é válida para a maior parte das situações que vamos encontrar em casa, no entanto, há outras em que terá de assumir uma postura mais assertiva e célere. Nessas situações teremos de utilizar outras estratégias que nos permitam lidar com a situação e, ao mesmo tempo, tornar esse momento uma oportunidade de aprendizagem para a vida.

Experimente.
Coloque em prática.
O Sucesso vem depois da Ação.
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O verdadeiro segredo para o seu filho(a) triunfar

Um dia, um jovem Thomas Edison regressou da escola com um envelope que continha uma carta escrita pelo seu professor para entregar à sua mãe. Assim que chegou a casa e encontrou a sua mãe, o jovem Thomas Edison disse:
– “O meu professor deu-me este envelope para entregar apenas a ti.”
A mãe pegou no envelope, retirou a carta e começou a ler o seu conteúdo. De repente os olhos da mãe começaram a encher-se de lágrimas enquanto lia a carta.
O jovem Edison ao ver a mãe naquele estado pergunta-lhe:
– “O que diz a carta mãe?”
A mãe limpou as lágrimas e olhou orgulhosamente para o seu filho e disse:
– “O seu filho é um génio e esta escola é demasiado pequena para ele, não tem professores suficientes para ensiná-lo adequadamente. Por favor, ensine-o você.”

Como sabe, Thomas Edison veio a tornar-se num dos maiores inventores e com o registo de mais de 2000 mil patentes.

Passados alguns anos, já após o falecimento da sua mãe, ele estava a arrumar um antigo armário de família, quando deu de caras com a carta que o seu antigo professor lhe tinha dado para entregar à sua mãe. Ele abriu o envelope e começou a ler a carta. Dizia:
– “O seu filho é mentalmente doente, nós não podemos permitir que ele participe nas nossas aulas, ele está expulso.”
Edison ficou um pouco emocionado ao ler a carta e, mais tarde nessa noite, escreveu no seu diário:
– Thomas Edison foi uma criança mentalmente doente cuja mãe o tornou um génio.”

Neste dia da família, é importante reforçar a importância que os pais têm na vida dos seus filhos, o poder que o amor destes tem sobre eles é inimaginável. Acreditar que o seu filho(a) pode e vai conseguir muito mais na vida, do que ele/ela próprio acredita, é a verdadeira prova de Amor que os pais podem dar aos seus filho(a)s.

Lembre-se: acreditar que se é muda a forma como agimos.

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O que devemos fazer quando erramos?

Parece uma pergunta muito simples para uma resposta bastante óbvia, mas nem sempre é assim. Da minha experiência a forma como reagimos quando erramos é bastante incompleta, quer na forma como o fazemos, quer na aprendizagem que deveríamos retirar dessa situação. É por esse motivo que gostaria de partilhar consigo um método muito simples e intuitivo de saber o que fazer quando erramos e como podemos aprender com essas experiências. Seja em contexto familiar, social ou profissional, é uma excelente oportunidade para melhorar como pessoa e cidadão do mundo.

Passo 1 – Assumir 100% da responsabilidade
Se tem noção que errou, assuma imediatamente 100% da responsabilidade. Não dê justificações, não dê desculpas para o sucedido, não argumente nem critique os outros, assuma e ponto final.

Passo 2 – Explicar o que aconteceu
Depois de assumir o seu erro a 100%, explique o que aconteceu e, principalmente, a intenção que tinha em mente. Faça-o da forma mais clara e transparente possível.

Passo 3 – Informar o que vai fazer para prevenir o erro
Agora, o mais importante é explicar o que poderá fazer para que no futuro a mesma situação não aconteça. Encontre soluções para evitar esse erro e aprenda verdadeiramente com ele. Neste passo também poderá lidar com as consequências do seu erro e remediar a situação, seja organizar todo o arquivo de ficheiros, limpar os carros da casa à mão, etc.

Passo 4 – Pedir desculpa
Alguns pensarão. Pedir desculpa seria a primeira ação. Concordo.
Agora, de que serve pedir desculpa se depois não aprendi com o erro?!?!
Mostre-me que está verdadeiramente arrependido assumindo 100% do que aconteceu, clarificando o sucedido e dizendo como irá prevenir que o mesmo jamais aconteça. Depois destes passos todos, eu já estarei mais convicto de que o pedido de desculpas será genuíno.

Gostou da minha sugestão?
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Queres ser um Líder a comunicar com os outros?

Hoje partilho um artigo muito pertinente do meu colega e amigo Jorge Mendonça.

Há tempos estava eu à espera de um amigo, perto da hora de almoço para podermos aproveitar o tempo para almoçarmos e conversarmos um pouco sobre projetos e objetivos.

Estava um dia de sol, e eu estava à espera dele fora do carro, por coincidência à porta de uma dependência bancária. Continue reading “Queres ser um Líder a comunicar com os outros?”

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As crianças portam-se mal?

Sim. Todas as crianças se portam mal. A investigação mostra que as crianças normais se portam mal a cada três minutos. Será que se torna uma oportunidade para lançar juízos de valor acerca da sua personalidade ou uma ocasião para ser pedagógico?

Continue reading “As crianças portam-se mal?”